A Bartucada é mágica, faz amigos pra valer!
Todo mundo que já passou um carnaval em Diamantina, ao som da Bartucada, tem uma história para contar!
O melhor fora que já levou. A casa alugada para o carnaval. Uma grande paixão que deu certo... Ninguém que já viveu o Carnaval de Diamantina com a Bartucada passou impunemente! Todos tem uma história emocionante, engraçada e inesquecível!

Qual é a sua? Acesse facebook.com/bartucada e participe de nossas promoções.
Bartucada, 40 Anos

Senhoras e Senhores, abram alas que a Bartucada vai passar!

No próximo Carnaval de Diamantina completaremos 40 anos e você é nosso convidado especial!

Desde 1972 a magia da Bartucada encanta as famílias de Diamantina, os amigos de todos os cantos de Minas e outros Estados, os bartuqueiros, foliões do carnaval, os fãs... Fizemos amigos nestes 40 anos e amizades se fizeram nas ladeiras de Diamantina, no melhor carnaval de rua do país!

Venha conhecer um pouco mais de nossa história e nos ajude a comemorar os 40 anos. Afinal, você também faz parte desta História!

PATRONOS FUNDADORES DA BARTUCADA

Nascida em 1972, à porta do Café à Baiuca, a Bartucada foi criada pelos fundadores, conhecidos atualmente como Patronos.

São 35 amigos e familiares que atuam na preservação da Bartucada, sua Missão, Visão e Valores e na divulgação do nome de Diamantina.

A GALERA DA BARTU!

Hoje a Bartucada possui mais de 250 voluntários que constituem os percussionistas da banda. Essa é a galera que viaja pelas cidades de Minas, Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo e outros Estados, ensaiando para que no Carnaval possamos apresentar o melhor espetáculo do ano!

Muitos Bartuqueiros já foram foliões. Muitos casamentos se formaram na Bartucada.

Conheça algumas histórias emocionantes e descubra a magia de ser bartuqueiro!

Crescidos ao som das Serestas executadas pelo nosso saudoso pai, Genaro Cruz, exímio seresteiro e amigo pessoal de Juscelino Kubistchek e ao piano de nossa estimada mãe, Valmira de Almeida Cruz, a musicalidade em nossa família foi treinada e aperfeiçoada desde pequenos, o que favoreceria para esta união de forças. De fato esta parceria poderia dar certo.

- PatronoRicardo de Almeida Cruz 



Crescidos ao som das Serestas

No início, quando o Conrado tocava tarol, o Bororó no surdo de marcação e outros amigos que formaram a atual Bartucada, meu querido irmão Rômulo Cruz participou daquele começo da banda, cantando com esta galera músicas e marchinhas de carnaval.

Com sua imponente voz e alegria representativa de um verdadeiro folião, Rômulo entoava só no gogó, ou seja, sem microfone ou instrumento amplificador, inesquecíveis músicas como "Tristeza, por favor, vai embora", "Triste madrugada foi aquela", "Joga a chave, meu amor" entre outras, para o povo que se juntava em frente à Baiuca e ao Clube Acayaca.

Com o passar do tempo, a Bartucada foi ganhando mais adeptos e foi se tornando um alegre grupo de jovens que animava o carnaval de rua de Diamantina.

Certa vez, numa chuvosa noite de terça-feira de Carnaval, o Patrono Sérgio Fabrino pediu ao Conrado que formasse com os Irmãos Cruz uma parceria harmoniosa, que poderia dar certo. Crescidos ao som das Serestas executadas pelo nosso saudoso pai, Genaro Cruz, exímio seresteiro e amigo pessoal de Juscelino Kubistchek e ao piano de nossa estimada mãe, Valmira de Almeida Cruz, a musicalidade em nossa família foi treinada e aperfeiçoada desde de pequenos, o que favoreceria para esta união de forças. De fato esta parceria poderia dar certo.

E assim foi feito! O Patrono Dr. Rubinho foi o primeiro músico da Bartucada, com sua guitarra e sua caixinha de som e microfone, acompanhando o vocalista e também Patrono Barracão. Dr. Rubinho deu início a parte harmônica da Banda. Em seguida, incentivou a entrada do Ricardo Gandra, um dos vocalistas de hoje.

Os demais irmãos e sobrinhos foram convidados para ajudar a compor o novo grupo que se formava. Roberval ajudou Conrado a montar o Estatuto da Banda. Ronald entrou com os teclados. Todos participaram da organização, colaborando inclusive, com o carnê de ajuda mensal para a criação da banda. Os instrumentos eram guardados no galpão da Sacaria Meireles, empresa do Rômulo. O transporte dos instrumentos para o Carnaval e a comercialização das primeiras camisas da banda, que gerou recursos financeiros para o fortalecimento da Bartucada, também foram feitos pelo Rômulo. Rafael Cruz foi Diretor de Harmonia, inovando na comemoração dos 25 anos da Bartucada, elaborando o palco comemorativo. Os sobrinhos Rafaelzinho e Fernando formam hoje o naipe de Mestres de Bateria e também colaboram para o crescimento da banda.

Tornei-me Diretor de Eventos da Bartucada, sendo responsável pelos contatos para novos eventos. Contribui também com a banda, trazendo os Metais para compor o grupo da harmonia. Mais tarde, convidei a mais nova vocalista da banda Cássia, que junto com Nicinha e Michel Salvador, formam o grupo de vocalistas da Bartucada. Fazemos com que tudo possa continuar em harmonia neste belo grupo que se chama Bartucada.

Hoje, olho para trás e vejo que aquela parceria iniciada numa chuvosa noite de terça-feira de carnaval deu certo e me orgulho em fazer parte da Bartucada!
Eu não consigo imaginar como seria a minha vida se não existisse a Bartucada. Acho que seria muito sem graça. Lá fiz amigos e conheci o amor da minha vida.

- Patrono e CantorBarracão 



Não consigo imaginar como seria a minha vida se não existisse a Bartucada

Minha história com o Carnaval começou bem cedo. Aos 12 anos, na cidade de Alvinópolis, ganhei por dois anos seguidos o prêmio de melhor folião e instrumentista na percussão da banda do clube Alvinopolense. Nesta idade, já cantava e tocava tarol.

Conheci Diamantina antes mesmo da Bartucada surgir. Quem me apresentou esta bela cidade foi Theodulo Leão, que trabalhava comigo no jornal Estado de Minas. Em Diamantina só existiam os bailes de carnaval do Clube Acayaca e da ASSEDI. Eu me recusava a ir para clubes e ficava na rua o tempo todo. Saía às ruas, fantasiado. Tinha uma fantasia para cada dia de carnaval, mas as mais famosas eram as fantasias de "Presidiário" e outra de "Tirolês".

Morava em Belo Horizonte, mas voltava à Diamantina todos os anos. Casei com uma diamantinense, com quem tive duas filhas. No carnaval, meu destino certo era a cidade de Diamantina.

Fantasiado, passava o carnaval de "bar em bar". Já existia o grupo Becudos do Mota, onde também me divertia como folião. Certo dia, passei pelo Beco da Tecla, onde ficava o bar do Jaime e vi um sambinha acontecendo. Conrado, Anderson, Raimundo e outros amigos puxavam um batuque, do que veria a ser a Bartucada. Conheci esta galera, cantei umas três músicas, bebemos umas cervejas e voltei a circular pelas ruas de Diamantina. Assim era o meu carnaval, folião e "puxador" de músicas nos sambinhas que aconteciam em Diamantina.

De tanto ir na porta do bar do Jayme, conheci melhor o Conrado, atual Presidente da Bartucada e me lembro que disputava com seus filhos, ainda crianças, Maurício, Guilherme e Cesar, quem sabia mais as letras dos Sambas de Enredos das Escolas de Samba do Rio de Janeiro.

Outra feliz lembrança que tenho era do Patrono da Bartucada Rômulo Cruz, que também cantava alguns sambas com esta galera. Revezávamos durante a noite aquele que "puxava" os sambas. Cheguei a cantar algumas músicas nos Becudos do Mota. Eram cinco dias de carnaval, onde perambulava pela cidade, nos bares, nas ruas, nos blocos carnavalescos.

Um dos blocos que mais gostava era o Xai Xai, também criado pelos fundadores da Bartucada. Todo ano saía com minha fantasia de "Nêga Maluca", a que mais fazia sucesso!

Gostava tanto do Xai Xai, que houve um carnaval em que Conrado, não pôde passar o Carnaval em Diamantina. Por conta deste fato, o Xai Xai poderia não acontecer neste ano. Para evitar esta ausência, eu, minha esposa na época, Betânia, e o amigo Márcio Venuto, compramos um pano numa loja em frente ao Mercado Velho, fizemos um estandarte com um cabo de vassoura, bolas de isopor nas pontas e fomos pra rua. O bloco Xai Xai saiu na hora marcada, no lugar de sempre, na segunda-feira de carnaval e percorreu todo o roteiro.

Assim, a cada ano me envolvia mais com o carnaval de Diamantina e com os amigos da Bartucada. No início tudo era feito com espontaneidade e sem compromisso. Era pura diversão de folião carnavalesco.

Com o tempo, a Bartucada começou a crescer e atrair mais amigos. Saiu do beco e foi pra frente do Clube Acayaca.

Conseguimos palco e microfone. Ainda não havia o naipe de harmonia, com teclado, cordas e metais. Era somente eu como vocalista e a percussão da bateria. Logo depois surgiu o patrono Rubens Cruz, conhecido como Rubinho, na guitarra. Durante muito tempo a Bartucada era somente voz, bateria e a guitarra do Rubinho.

Hoje a banda se organizou. Criamos o cargo de Patrono, referenciando os fundadores da Bartucada, do qual orgulhosamente faço parte. Já fui Diretor de Harmonia da banda. Mas hoje me dedico a fazer uma das coisas que mais gosto, que é cantar. Estudo letras e músicas. Faço aulas de canto e preparo de voz. Parte do meu tempo está compromissado com a Bartucada. Outra parte dedico à bartuqueira Raquel, minha atual esposa, conhecida entre os amigos como Oneida e também folia do Carnaval de Diamantina.

Eu não consigo imaginar como seria a minha vida se não existisse a Bartucada. Acho que seria muito sem graça. Lá fiz amigos e conheci o amor da minha vida.
Emociono-me em pensar que entrei na Bartucada pelas mãos de seis amigos... é quase impossível contar as amizades construídas...

- PatronesseCélia Azevedo 



É quase impossível contar as amizades construídas

O final da década de 80 foi especial pra mim pelo simples fato de ter aceitado o convite dos amigos do CADEPS (Clinica Odontológica composta por cinco patronos da Bartucada: Dr. Mário Favato, Dr.ª Laura Augustini (ex. patrona), Dr.ª Mônica Santiago, Dr. Rubinho Menezes e Renato, meu atual marido e namorado na época) para participar do carnaval de Diamantina.

Mas não bastava ser apenas em Diamantina. Era preciso contribuir com um grupo de amigos que faziam do carnaval o momento de confraternização e reencontros, tocando nos bares, becos ou escadarias. Como eu não tocava nenhum instrumento passei a noite fornecendo água e cerveja aos ritmistas, que estavam "pendurados" nas escadarias da Rua da Quitanda, embaixo da entrada do Clube Acayaca e ao lado do bar Café À Baiúca.

Confesso que a primeira impressão não foi boa, estava acostumada ao carnaval do Rio de Janeiro, desfilando na Portela. Não acreditei que tamanha falta de recursos técnicos, um microfone e umas caixinhas acústicas iguais as que geralmente usávamos para reuniões familiares e um grupo de amadores pudessem proporcionar tantas emoções. Nunca esquecerei que na terça-feira de carnaval, eu e minha amiga Laura saímos com um livro de assinatura pedindo contribuições para quitar as despesas que estavam em aberto.

Emociono-me em pensar que entrei na Bartucada pelas mãos de seis amigos, digo seis porque não posso deixar de destacar a minha amiga Ana Maria, fundadora do naipe do Tamborim, esposa do Mário e que hoje em dia é quase impossível contar as amizades construídas, até madrinha de casamento entre bartuqueiros eu tive a honra de ser.

O tempo passou... entrei para o grupo de Patronos, mãe de uma bartuqueira, Diretora de Comunicação e Marketing sem nunca deixar de ser: bartuqueira de coração. Atualmente participo da bateria compondo o naipe do Tamborim e do Surdo de segunda.

A Bartucada cresceu e com ela as responsabilidades que não faziam parte dos nossos sonhos. Hoje contamos com 10 jovens sócios e centenas de bartuqueiros que compartilham conosco a responsabilidade de manter viva uma empresa sem fins lucrativos, estruturada, uniformizada, normatizada, enfim, pronta para realizar o maior espetáculo de Minas: CARNAVAL DE DIAMANTINA, sem perder a essência. Que Venham mais 40 anos de encontros e confraternizações entre AMIGOS!
Para mim a Bartucada começou aí: um menino do Rio de Janeiro deslumbrado por este mundo de diversão e camaradagem.

- PatronoRaimundo Sampaio Neto 



Um menino do Rio de Janeiro deslumbrado por este mundo de diversão

Verão de 1966. Eu, agora com 14 anos, aguardava ansioso o costumeiro tempo de férias com meus 10 primos na casa do tio Fabrino em Diamantina. Dentre estes meus primos queridos, Conrado, "muito mais velho do que eu", apontava os maus caminhos: sessões de vira-vira com os mais velhos, provas de cachaça e assim por diante...

Na época do carnaval, lembro-me de um fusquinha carregado de instrumentos dirigido por um tal de Bororó chegando à cidade e, por total afinidade, encontrando rapidamente um companheiro de batuque e farra, um tal de Conrado. Para mim a Bartucada começou aí: um menino do Rio de Janeiro deslumbrado por este mundo de diversão e camaradagem.

Muitas são as memórias desde então: infindáveis noites tocando na rua sem nenhuma estrutura, dormindo sentado no "meio-fio" tendo como apoio o meu surdinho de 3.ª (ou seria 4.ª, 5.ª.?), subindo (ufa!) as ladeiras de Diamantina carregando os instrumentos até a casa dos pais da Stael, próximo à rodoviária.

Shows deliciosos pelo interior, dormindo no chão de escolas ou prédios públicos. Pagamento mensal de um carnê para que tivéssemos pelo menos um tablado e um microfone no próximo Carnaval em Diamantina, meu período de 4 anos afastado, fazendo doutoramento nos Estados Unidos, com o Conrado impiedosamente interrompendo minhas madrugadas de estudo intensivo com telefonemas que transmitiam ao vivo o som do Carnaval de Diamantina.

Devo muitos pedidos de perdão à minha saudosa tia Clélia pelos impropérios dirigidos ao Conrado nestas ocasiões, que muitas vezes, mesmo inconscientemente, envolviam a sua queridíssima figura. Após todos estes anos, embora lamentando a impossibilidade de usufruir desta confraria tão intensamente como gostaria, continuo empolgado e impressionado com a longevidade deste movimento único.

Espero que os confrades mais jovens e recentes percebam a singularidade deste grupo e ajudem a conservá-lo.
Um Show em Diamantina

O Carnaval em Diamantina ocorre entre 17 e 21 de fevereiro de 2012. A Bartucada completa 40 carnavais e promete muita emoção!

A programação do tradicional carnaval conta neste ano com atrações ainda mais diversificadas e imperdíveis. A abertura será marcada pela inauguração da Placa Comemorativa dos 40 anos da Bartucada, que ocorrerá no dia 18/02, quinta-feira, véspera da sexta-feira momesca, às 21h.

A placa será fixada no Marco Zero da banda, o prédio do bar "Café à Baiuca", local onde em suas portas a Bartucada nasceu. Além dos fundadores da Bartucada, a presença do Prefeito de Diamantina, Padre Gê, oficializa a solenidade. Logo após, o Largo da Quitanda receberá a Carnaverata, onde músicos se apresentarão nas sacadas dos casarios executando músicas carnavalesca. Fechando a Solenidade, os fundadores da Bartucada encerram a noite com um samba à moda da Bartucada de 1972.

Os foliões que comparecerem ao carnaval de Diamantina assistirão a um grande espetáculo. Para marcar esta data especial, a expectativa é que seja feito um show marcante no Sábado, dia 18, com jogos de luzes, figurinos, brindes da marca para o público e, claro, o que não poderia faltar: muito samba, suor e alegria.

A Bartucada criou como parte da comemoração dos 40 Anos, um Visitors Center onde o folião, o turista e os diamantinenses poderão conhecer a história do Carnaval de Diamantina e da Bartucada, através de exposição de fotos antigas e atuais, murais descritivos com a linha do tempo, histórias de seus Bartuqueiros e além disso levar um souvernir da banda, seja para presentear ou para marcar esta data comemorativa.



Programação da Bartucada no Carnaval Diamantina-MG 2012

Abertura Oficial: Quinta-feira, 16 de fevereiro, 21h, Café à Baiuca
Shows da Bartucada: 17 a 21 de fevereiro, 1h às 7h, Praça do Mercado
Visitors Center Bartucada: 17 a 21 de fevereiro, 10h às 20h, Praça do Mercado



Programação do Carnaval de Diamantina-MG 2012

Pré-Carnaval em Curralinho
O Pré-Carnaval de Curralinho é uma iniciativa da comunidade local e tem como atrações os ensaios e desfiles dos blocos formados por moradores, visitantes e blocos tradicionais de Diamantina. O distrito tem sua origem no garimpo e possui atrativos de relevante interesse turístico com destaque para a Gruta do Salitre, Barragem de Curralinho, Ponte do Acaba Mundo, Capela de Nosso Senhor dos Passos e Igreja de Nossa Senhora do Rosário.

Cortejo do Rei Momo
O Cortejo do Rei Momo tem como objetivo o resgate e valorização dos aspectos culturais que foram se perdendo ao passar dos anos, criando assim um Cortejo de Abertura do Carnaval onde o Rei Momo desfila pelas ruas da cidade acompanhado por bandas de musica. Na rua da quitanda o Rei Momo se encontra com o Prefeito Municipal, que passa em suas mãos a "Chave da Cidade". Após receber a autoridade carnavalesca ao Rei Momo decreta a abertura oficial do carnaval com a realização Carnaverata.

Espaço SECTUR – Espaço das Marchinhas
O Espaço Sectur tem com objetivo resgatar o Carnaval de Marchinhas onde a Banda do Sr. Macena toca marchinhas de carnaval, nas Sacadas do Prédio da Secretaria de Cultura, Turismo e Patrimônio, para o público que se diverte na rua.

Espaço MPBeco – Espaço do MPB
Espaço dedicado à música popular brasileira em ambiente mais intimista, no Beco do Mota, marcado pela prática boêmia nos velhos tempos dos diamantes.

Espaço TITI - Espaço da Musica Eletrônica
Espaço entre a Rua do Burgalhau e a Rua do Ouro que se tornou ponto dos foliões durante todo o carnaval, esse ambiente acabou sendo construído de forma espontânea e abraçando a musica eletrônica como referencia.

Espaço Bloco Biribiri – Espaço das Bartucadas
Apresentação das tradicionais bandas da cidade Bartucada, BatCaverna e convidados, que contagiam o público com sua percussão até o dia amanhecer.

Espaço Quitanda do Samba - Espaço do Samba
Em uma das ruas mais conhecidas de Diamantina, a rua da Quitanda, grupos de samba tocam ao vivo durante o dia (samba tradicional, raiz, contemporâneo) na madrugada DJ´S promovem outras misturas inusitadas.

Espaço Bloco Biribiri – Espaço das Bartucadas
Apresentação das tradicionais bandas da cidade Bartucada, BatCaverna e convidados, que contagiam o público com sua percussão até o dia amanhecer.

Espaço Largo da Folia – Espaço de todos os ritmos
É o ponto de encontro da família diamantinense com a folia, onde as bandas regionais fazem a festa e os blocos finalizam seu percurso de apresentação.

Circuito Cultural dos Blocos
A cidade possui mais de 10 blocos tradicionais, alguns com mais de 80 anos, que percorrem o circuito de desfile no centro histórico. A oferta de atrações agrada desde as crianças até a terceira idade, seja nos blocos de fantasias, caricatos ou as sátiras, sempre acompanhados por possante percussão, marca do carnaval de Diamantina.

Mais informações:

Diretoria de Comunicação e Marketing Bartucada
Guilherme Fabrino
(31) 8447-0724 | 8495-5396
bartucada40anos@bartucada.com.br

Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Patrimônio de Diamantina-MG
(38) 3531-9527
turismo@diamantina.mg.gov.br
Camisa Bartucada 40 anos

Destaque das comemorações dos 40 anos, a camisa da Bartucada Carnaval 2012 é assinada pela artista plástica Gabriela Demarco, estilista da reconhecida grife mineira Elvira Matilde, que abusou dos elementos que traduzem as amizades e a cidade de Diamantina.

A figura do Mercado Velho, as palmeiras de JK, a pomba do Divino e as torres das igrejas, reportam à cidade diamantinense como forma de homenagear as relações criadas nos 40 anos de Carnaval em Diamantina.

O desenho do tambor demonstra a relação de amizade da Bartucada com a cidade. O Diamante azul é a tradução do símbolo da cidade e a representação do valor e durabilidade das relações afetivas criadas nos carnavais e a figura dos bonecos de mãos dadas representa os diamantinenses, os foliões, os amigos e os fundadores da banda.

A camisa Bartucada 40 anos pode ser adquirida nos shows da banda.

Informações: (31) 8504-4007 | bartucada40anos@bartucada.com.br.

Promoção "Eu vou com a Bartucada pra Diamantina"

Conte sua história, que a Bartucada te leva para área vip e para o Show do Barracão! Nos 40 anos da Bartucada, você ganha a maior mordomia e tira onda com os amigos!

Participe da promoção "Eu Vou com a Bartucada pra Diamantina" e concorra a passaporte da área vip do Bloco BiriBiri (open bar), camisa oficial da Bartucada, entrada no Casarão do Bartuqueiro e participação especial no show do Barracão!

Para participar é muito fácil! Poste uma foto que melhor ilustre sua história no carnaval de Diamantina no www.facebook.com/bartucada. Escreva um comentário de até 140 caracteres.

O autor da foto mais criativa, coerente com o comentário e que receber mais votos da banca julgadora, será pré-selecionada para votação aberta.

Em seguida, publicaremos as fotos pré-selecionadas para votação no Facebook. A foto e comentário mais "curtido" leva os prêmios e vai passar os 40 Anos da Bartucada criando novas histórias e fazendo novos amigos, no Carnaval 2012 em Diamantina!

Leia o regulamento em nosso site e participe! Afinal, promoção com tamanha mordomia, só nos próximos 40 anos!

40 Anos - Bartucada Mágica, Amigos pra Valer!

Início: 15/01/2012

Término: 04/02/2012

Período de avaliação: 30/01 a 04/02/2012

Resultado: 05/02/2012

Durante um show da Bartucada em BH tomei coragem e pedi um beijo. Este beijo deu início ao namoro e nove anos depois nós nos casamos.

- RepiqueHenrique Fabrino 



Amor regado ao samba da Bartucada

Tenho uma lembrança muito antiga da Bartucada, acho que desde que me entendo por gente! Não a Bartucada do espetáculo dos carnavais de Diamantina, mas a da intimidade dos bastidores, do samba de roda em reuniões de parentes e amigos. Filho, sobrinho e primo de fundadores, a Bartucada apareceu para mim desde o inicio da minha vida. Mas morava em Ribeirão Preto e só fui conhecer a Bartucada do carnaval de Diamantina em 93 e, a partir daí tornei-me integrante. Estranhamente esse foi o mesmo ano que a Carol conheceu a Bartucada. Ela morava em BH, mas tinha parentes em Diamantina e já passava os carnavais lá. A Carol começou a tocar na Bartucada no carnaval de 2000, quando nos vimos pela primeira vez. A partir daí passamos a nos encontrar nas reuniões e shows, mas só fomos trocar algumas palavras em agosto quando fomos tocar em Diamantina. O primeiro flerte aconteceu durante uma viagem para Divinópolis em maio de 2002. Estava vendendo uma rifa para a minha formatura no ônibus da Bartucada e a Carol me perguntou o que ela ganharia em troca. A iniciativa dela me deixou surpreso e interessado. Finalmente, no dia 25/08/02, durante um show da Bartucada na Amor&Cana em BH tomei coragem e pedi um beijo. Este beijo deu início ao namoro e em 15/10/11 nós nos casamos. Durante todos esses anos a Bartucada esteve muito presente e isso contribuiu para aquecer a nossa relação. Para mim, estes 40 anos são uma celebração da vida, da minha vida, que foi sacudida por este fenômeno chamado Bartucada.
... a realização de mais um sonho que eu nem imaginava tornou-se realidade. Com a ajuda de muitos, é claro, tornei-me Bartuqueiro e Mestre de Bateria.

- RepiqueJoão Safar 



Um Sonho mais do que realizado

Minha "estória" com a BARTUCADA se inicia no fim de minha adolescência, quando fui passar meu primeiro carnaval em Diamantina. Foi aos 17 anos de idade, em 2001, e foi amor à primeira vista.

Aquela rua estreita do Largo da Quitanda totalmente movimentada, o som e a alegria contagiantes, encheram-me os olhos de emoção. Logo após esse maravilhoso Carnaval, tornei-me fã incondicional da Bartucada, acompanhando vários shows realizados em BH. Foi em um desses shows que disse pra mim mesmo: um dia farei parte dessa Família.

Em 2004, no Carnaval, através um amigo que toca na banda subi pela primeira vez ao palco da Bartucada. Aquela foi a sensação mais feliz da minha vida. A partir daquele dia meu sonho de ser integrante estava começando a ser realizado...

Com a correria de nossas vidas não pude ir ao carnaval seguinte, mas continuei sempre indo aos shows aqui em BH e no Carnaval de 2006, meu sonho foi realizado. Amigos integrantes da Bartucada, que estavam na mesma casa, me ajudaram-me a concretizar o sonho de me tornar integrante. Tive a oportunidade de ser apresentado à família Bartucada, de conhecer pessoas que se tornaram amigos dentro e fora da banda, de identificar vizinhos que já tocavam na Bartucada. De lá pra cá fiz mais amigos em shows, nas "Turmas" que acompanham a banda e namoros que começaram ali mesmo e que no meu caso não foi diferente.

Comecei no Naipe Tarol no qual eu tinha afinidade na época pra tocar, e com o tempo fui aprendendo a tocar outros instrumentos na Bartucada.

Só que minha história na Bartucada não acaba só na realização do meu sonho de se tornar integrante, é muito mais além do que eu imaginava. Graças a minha dedicação, presença aos shows, alegria - e o mais importante - ter o "Espírito da Família Bartucada" a realização de mais um sonho que eu nem imaginava tornou-se realidade. Com a ajuda de muitos, é claro, tornei-me Bartuqueiro e Mestre de Bateria. Sinto-me muito responsável e dedicado, venho ao mesmo tempo aprendendo e ensinando.

Em 2012, completo 6 anos como integrante e me sinto muito feliz e realizado em ser parte dessa família, que leva e nos traz alegria, além de ensinamentos que nos servem de aprendizado não só musicalmente, mas em nossas Vidas, em nossos Lares e Trabalho.

Essa é minha história junto à Família Bartucada, de muita alegria, emoções, realizações, de amizades construídas e de muito amor e dedicação. Não para por aqui, não planejo ficar só nisso. Quero e tenho como objetivo buscar sempre mais, ajudando a manter essa tradição da Bartucada e fazendo muito mais parte dessa história.
Vi os olhos de um grande amigo e, muito mais que um amigo, meu irmão, brilhar de entusiasmo e alegria pelo sonho de um dia pertencer àquele grupo.

- Surdo de 2.ªNilton Safar 



Bartucada - Transformando vidas em sonhos - 40 anos

A vida é um eterno carnaval, onde a alegria de um povo passa de geração a geração, provocando encontros e desencontros. E não foi diferente entre os encontros da cidade musical chamada Diamantina e a Banda que há 40 anos transforma vidas em sonhos, chamada Bartucada e esta mesma família Bartucada é minha família.

Nas entrelinhas da vida e com um propósito de Deus, passamos por dificuldades de todos os gêneros, financeiros, perdas de pais e desafios, que nos fazem ser melhores a cada dia. Nada é fácil em minha vida e através de muito esforço consegui juntar dinheiro para ir ao tão famoso carnaval das Minas Gerais, foi difícil dar aulas particulares, fazer e vender trabalhos escolares, economizar daqui e dali, mas não seria justo ir e deixar meu irmão em casa, pois crescemos juntos, nas alegrias e tristezas.

Na fantasia de um carnaval chegamos em Diamantina, um grupo de amigos com um propósito de simplesmente pular carnaval e viver o mais belo carnaval de todos os tempos.

No sábado de carnaval, em frente ao palco, na Praça do Mercado, vi nos olhos de um grande amigo e muito mais que um amigo, meu irmão, brilhar intensamente, de entusiasmo, alegria e sonho de um dia pertencer àquele grupo de pessoas, que simplesmente levavam música aos ouvidos.

Como Deus tem um propósito para tudo, eis que surge a oportunidade do meu irmão tocar com aquela banda, ele não se conteve de tanta alegria, agradecemos de todo coração, mas infelizmente não ia ser possível, pois havíamos ido com a conta certa para o carnaval, então vi naquele rosto, o sonho indo embora.

Então pedi dinheiro emprestado com um e com outro e consegui o dinheiro, para comprar aquela camisa que mudaria a história de nossas vidas e quando ele vestiu-a, subiu ao palco e tocou, meu coração encheu-se de alegria e meus olhos de lágrimas, pois vi naquele rosto a maior alegria do mundo.

Hoje pertencemos a está família chamada Bartucada, que tanto nos faz feliz e só temos que agradecer a Deus por esta oportunidade e rogar ao Pai, que abençoe cada passo da Bartucada em qualquer lugar deste planeta.
Durante todos esses anos conheci pessoas incríveis e fiz amigos que se tornaram essenciais e eternos

- Surdo de 2.ªPolly Melo 



A Minha História com a Bartucada de Diamantina

Com a aproximação do Carnaval, bem como das festividades pelos 40 anos de existência da principal atração do carnaval de Diamantina, inevitável se fizeram as lembranças de todos os momentos que vivi ao som da Bartucada de Diamantina.

Conheci a Bartucada de Diamantina, no ano de 2000, numa Micareta em Belo Horizonte, o Carnabêlo. Recordo-me com muita clareza do dia: Estava em um bloco que se chamava "Uai" no qual se apresentaria a Banda Chiclete com Banana. Na concentração do bloco, passou por nós um bloco denominado "BH Classe A", e nele se apresentava a Bartucada. Num primeiro momento fiquei intrigada pelo número de integrantes e depois fiquei impressionada pela alegria contagiante dos componentes da bateria e pelo som, sensacional!!! Simplesmente meu desejo era continuar seguindo aquele bloco no qual tocava uma banda que tinha um som de uma força imensa.

Depois disso fui pesquisar de onde era aquela Banda que havia chamado tanto a minha atenção, assim, nasceu minha paixão pela Bartucada de Diamantina. Depois daquela micareta, tornei-me presença constante nos shows: eram Domingos no antigo Amoricana, na Savassi, pré-carnavais, choppadas, viagens a Cidades próximas... Foram muitos e muitos shows e momentos inesquecíveis.

O sonho de conhecer o Carnaval de Diamantina foi realizado em 2004. E o sonho de fazer parte e subir aos palcos oficialmente, apenas em 2010. A emoção que senti ao chegar pela primeira vez à Praça do Mercado foi bem parecida com aquela vivida anos antes no Carnabêlo e afirmo que, até hoje, o sentimento e a emoção são os mesmos.

Durante todos esses anos, conheci pessoas incríveis, fiz amigos que se tornaram essenciais e eternos, me apaixonei-me...Vivi, e ainda vivo, todas as espécies de emoções e tudo isso, é claro, ao potente som da Bartucada.

Quase doze anos depois, apesar de ter passado por várias etapas e fases da vida, percebo que o amor e admiração pela Bartucada e pelo carnaval de Diamantina ainda estão presentes e vivos em mim e tenho certeza de que se perpetuarão por muitos e muitos anos.

Hoje tenho o orgulho e a felicidade de poder fazer parte desta família e também de contribuir para a manutenção dos valores e da tradição consolidada ao longo destes 40 anos.

PARABÉNS À BARTUCADA DE DIAMANTINA E VIDA LONGA AO SAMBA, SUOR E ALEGRIA!!!
Não me pergunte como, não faço a menor ideia, não sei os meios que usarei para isto, mas vou pertencer a este grupo.

- CantorRicardo Gandra 



Quando conheci o carnaval de Diamantina

Em 1996, quando conheci o carnaval de Diamantina, tive a oportunidade de conhecer a Bartucada pela primeira vez e foi algo do tipo "amor à primeira vista". Olhando a banda, atravessando a manhã naquela quarta-feira de cinzas, estava eu e a minha paquera de carnaval, e do nada, sem titubear, falei a ela:

- Não me pergunte como, não faço a menor ideia, não sei os meios que usarei para isto, mas vou pertencer a este grupo.

E ela me olhou e comentou algo assim:

- Duvido.

Como estávamos cansados e meio atabalhoados pelas bebidas que já tínhamos consumido, não rendi conversa, mas fiquei com aquilo na cabeça.

A convite da Célia Azevedo entrei na banda em abril de 1998, tentando tocar tamborim e no réveillon de 2000 para 2001, eu estreiava pela primeira vez como cantor numa passagem de ano, realizada em Diamantina.

No ano seguinte, fizemos um réveillon no IATE TÊNIS CLUBE e quem estava lá: A minha paquera de 1996. Ela me viu cantando no palco e ao descer, passei por ela e fiz questão de dizer:

- As palavras têm poder! Não me subestime!

ESTA É A MINHA ESTÓRIA.
Segunda-feira de carnaval, dia 23 de fevereiro, veio a maior surpresa de nossas vidas... Estávamos grávidos!

- TarolFrederico Alves Nerys 



Bartuqueiro eu Bartuqueira ela...

Galera estou aqui pra contar um pouco da minha vida e da minha história com a Bartucada, um pouco, porque afinal desde 2006, muita coisa aconteceu.

Entrei na banda no inicio de 2006, logo após o carnaval com a ajuda de alguns conhecidos que já tocavam e com a ajuda de um patrono que não conhecia e me "adotou" hehe! No meu primeiro ano tive uma frequência de 90% nos shows e pensei comigo mesmo: quero ser assim pra sempre, bartuqueiro solteiro e festeiro... haha, foi só pensar que aconteceu a melhor coisa da minha vida...

Meu aniversário de 2007 uma semana antes do carnaval fomos tocar em João Monlevade, muito bom o show, na saída fiquei espantado com a beleza de uma mulher que estava ali... fui conhecê-la e conversamos um pouco, achei que não ia dar em nada, mas mesmo assim trocamos telefones. No outro dia estava em um pré-carnaval e recebi uma ligação! Quem era? Ela, a moça de Dom Silvério. Conversamos e marcamos de nos encontrarmos depois do carnaval. Muita conversa via internet, o carnaval no meio, e enfim o segundo encontro! Ficamos, fomos nos tornando mais amigos e decidimos namorar em abril de 2007. Eu ainda estudava engenharia então era um final de semana em BH e o outro em Dom Silvério.

Setembro de 2007 fomos a Diamantina (pra ser mais exato em Biribiri) onde decidimos ficar noivos, em dezembro deste mesmo ano oficializei, pedi a mão para o sogro entre muitas lágrimas de felicidade dos dois. Carnaval de 2008 em diamantina, minha noiva Elisângela subiu ao palco a primeira vez, e desde então, onde estou com a Bartu ela está comigo. Formei no final de 2008 e me mudei pra Dom Silvério no inicio de 2009, nos casamos em setembro deste mesmo ano. Carnaval de 2009, o primeiro carnaval casado, tudo pra ser só mais um carnaval feliz! kkkk. Ah, o destino!!!

Segunda-feira de carnaval, dia 23 de fevereiro, veio a maior surpresa de nossas vidas... Estávamos grávidos!!!! Comemoramos juntos com essa família que escolhemos, e agora, carnaval de 2012, 40 anos da minha amada Bartucada, vamos comemorar 1 ano e 4 meses do Miguel, lá mesmo em diamantina, onde tudo acontece... Bom é isso aí! Minha vida sempre mudou para melhor, mas desde que entrei pra Bartucada aconteceram os melhores momentos da minha vida!!! Abartus pra todos!

Estou muito feliz e orgulhoso por fazer parte desta família, e pretendo seguir seus princípios e valores ao longo de toda minha vida.

- Surdo de 1ªLuiz André Rodrigues de Araújo – Luiz P.O 



Pão com Ovo e Bartucada – Amor de Verdade!!!

Tudo começou em 1998, quando meu Pai me convidou a passar o Carnaval daquele ano em Diamantina. Já tinha ouvido rumores do maior carnaval de Minas. Tinha 14 anos naquela época, e quando cheguei a Diamantina fiquei fascinado pela cidade, as pessoas, a multidão nas ruas e a Bartucada tocando na Baiuca. Pronto! Quando escutei a Bartucada pela primeira vez, fiquei emocionado, pula e cantava muito, não queria mais ir embora.

A primeira música que ouvi até hoje me emociona, "Ó meu anjo nasceu, Tudo que quiser eu vou te dar, Meu amor, minha vida." Essa música marcou meu primeiro momento com a Bartucada, me emociono até hoje com ela. Lembro-me de dizer ao meu pai: um dia vou tocar nessa banda. E depois desse carnaval, não quis mais saber de outro lugar, Diamantina sempre! Apaixonado pela Bartucada acompanhava os shows perto da minha cidade. Sempre que podia estava lá. Em 2005, conheci várias turmas em Diamantina – Mendigos, Cabritas, Sarnas e Porrete. Faço parte dessa última até hoje.

Nesse mesmo ano aconteceu algo inusitado comigo. Sempre curti essas cantadinhas de pedreiro, sempre uso em todos os carnavais, e olha que dá certo, rsrsrs. Mas desta vez quem foi surpreendido fui eu. Estava na praça do mercado, curtindo a Bartucada com alguns amigos, quando surge um grupo de meninas e passam no meio da nossa roda. Uma delas parou na minha frente, olhou dentro dos meus olhos e disse: Nossa! Você tem uma cara de Pão com Ovo! Eu não sabia o que dizer. Meus amigos se derretiam de tanta risada. E eu, todo quadrado. Sem tirar o olhar da menina, perguntei: Por quê Pão com Ovo? Ela respondeu: Eu adoro Pão com Ovo! E logo em seguida ficamos. E a partir desse momento, todos começaram a me chamar de Pão com Ovo (P.O.). Foi assim que surgiu o meu apelido. Hoje sou o P.O, o Pão com Ovo.

E depois de muitas "estórias" e Carnavais, já em Setembro de 2011, realizei um grande sonho – guardado desde 1998 – que era tocar na Bartucada. Estou muito feliz e orgulhoso por fazer parte desta família, e pretendo seguir seus princípios e valores ao longo de toda minha vida.

Subir no palco e tocar para as pessoas é algo inexplicável... Andar pelas ruas da cidade e ser abraçada e chamada pelo nome não tem preço!! Somos todos amigos vivendo a mesma emoção...

- TamborimRoberta Antunes 



Eu sabia q era MEU... Aquele MUNDO!!

Estudante de arquitetura na época, já conhecia Diamantina no contexto histórico e claro, sabia de sua carga cultural para o desenvolvimento de várias áreas do nosso país, inclusive a que mais me interessava... Apesar de ter estudado a arquitetura e a cultura da cidade, jamais havia pisado lá e também não sabia a fundo sobre o carnaval... Sabia que havia carnavais de cidades históricas, como Ouro Preto, Tiradentes e achava que eram todos iguais... Pois é!! Eu achava!!

Lembro-me perfeitamente do dia que DIAMANTINA entrou na minha cabeça... Eu tinha 20 anos e meu namorado na época me informou que iria passar o carnaval em Meaípe... Muito chateada cheguei à minha faculdade e pedi para minhas colegas escreverem no quadro onde elas iriam passar o carnaval e que eu iria para o lugar que meu olho brilhasse quando visse... Pois gostaria de passar um carnaval feliz... Meu Deus, como brilhou!!! E a contragosto de alguns, foi assim que "ocasionalmente" fui passar o meu primeiro de doze seguidos carnavais naquela cidade...

Não me esqueço do momento em que cheguei lá e me vi diante daquela multidão ao pé da Rua da Quitanda... Senti como que se ali fosse um lugar conhecido... E comecei a curtir! De repente, escutei uma batida muito forte, e totalmente desavisada perguntei: O QUE É ISSO??? Era a bateria da BARTUCADA entrando e simplesmente transformando aquele momento de alegria e descontração em MAGIA... Foi uma sensação única!! Inexplicável...

Totalmente enlouquecida, fiz com que todos descessem pra frente do palco comigo para eu poder olhar de perto aquela batida nova e ao mesmo tempo familiar... Eu sentia que fazia parte dela... Não sei como... Repeti esse ritual durante todos os dias do carnaval, vivi momentos extremamente felizes e senti um vazio enorme quando na quarta-feira de cinzas o Barracão se calou... QUE CARNAVAL...

Voltei pra casa e pro meu mundo completamente encantada com tudo que vivi naqueles 5 dias... Falava para as pessoas e deixava todos curiosos para conhecerem a tal Bartucada... Até que um dia na faculdade vejo um estudante de direito fazendo propaganda de uma festa que trazia a banda pela primeira vez na cidade... Esse estudante depois viria a ser meu chefe de naipe... rsrs

Naquela ocasião as pessoas começaram a entender como era fácil gostar daquela banda, mas ainda não podiam entender a magia de assistir no carnaval naquela cidade... Foi ai que comecei a reunir minhas amigas e formar uma turma para passarmos esses momentos juntas!!!... Foi no ano de 2001!! O ano das amizades!... Conhecemos várias turmas que ainda frequentam o carnaval e fiz amigos que tenho até hoje no meu convívio pessoal... A partir desse ano comecei a seguir a banda, nas várias cidades próximas à minha... Arrastava minhas amigas e começamos a conhecer os integrantes e também nos tornar amigas deles, além de paquerar, é claro!!!... Era muito gostoso ver aqueles meninos atravessando a galera no meio da festa com o surdo na cabeça e quando a gente via uma carinha conhecida, elas sorriam por nos ver nos diferentes lugares...

Com essa convivência surgiu a vontade de criar um nome para a turma de Itaúna perseguidora da Bartucada...rsrsrs. Foi ai que tivemos a ideia de criar AS CHEGADAÇAS DE DIAMANTINA... Sendo uma turma de mulheres que tinham histórias e amizades com a cidade e com os integrantes da Bartucada... Éramos chegadaças!! Mesmo sendo expulsas do palco pelo Zoi em um dos shows de Divinópolis... rsrsrs

Depois de tantas amizades e histórias bacanas não teria outra saída para mim... A Bartucada já fazia parte do meu mundo e eu não tinha como mudar isso!!! E foi em 2003 que me tornei integrante do naipe que mais me fascinava desde a primeira vista, o tamborim! Há quase 10 anos tenho muito orgulho de fazer parte dessa família e de ter presenciado tantas alegrias, amizades, amores, namoros, casamentos, enfim... São momentos vivenciados por nós e que só quem está dentro pode entender e saber o quanto é valioso...

Com o passar dos anos, minhas amigas foram se casando, engravidando, namorando ou simplesmente desvinculando daquilo tudo e eu continuo a única CHEGADAÇA sobrevivente!!! Sou muito feliz com as amizades verdadeiras que tenho e com tudo que pude viver junto com a Banda!!

Subir no palco e tocar para as pessoas é algo inexplicável... Andar pelas ruas da cidade e ser abraçada e chamada pelo nome não tem preço!! Somos todos amigos vivendo a mesma emoção...

Acabo por dizer que mais inexplicável ainda é subir todos esses anos ao palco da Praça do Mercado e sentir a mesma batida enlouquecedora de 12 anos atrás... E para quem não entende o porquê de tantos anos no mesmo carnaval... Sinto não poder explicar!! Só eu e mais alguns poucos não precisamos de respostas... Nós sentimos porque somos BARTUQUEIROS!!

Gostaria de dizer que todos os momentos compartilhados com essa família foram únicos e fragmentam a minha história... Acho que para quem vive a Bartucada com o verdadeiro espírito que ela inspira sente que a vida se divide em antes e depois dela...

À NOSSA BARTUCADA, simples obrigada!

O nome surgiu em um encontro de Fisioterapia em Natal, quando "Aqui se beeerra, Cabritinha"

Histórias das Cabritinhas

A Turma das Cabritinhas surgiu em 1998, criada por um grupo de amigas da UFMG. O nome surgiu em um encontro de Fisioterapia em Natal, quando "Aqui se beeerra, Cabritinha" tinha se transformado em um bordão da turma. Hoje em dia, pra quem pergunta, somos Cabritinhas porque a gente "beeeebe" mesmo. Depois de várias viagens, encontros e performances nas festas da faculdade, resolvemos organizar a Casa das Cabritinhas para o Carnaval de Diamantina de 2002. Naquele ano, a turma fez bastante sucesso como uma das primeiras (ou a primeira) turma só de mulheres do Carnaval de Diamantina. Tanto que até aparecemos no jornal Estado de Minas, no especial de Carnaval de 2002. Desde então a turma cresceu, com o batizado de mais Cabritinhas e hoje somos cerca de 20 integrantes. Algumas nunca mais faltaram aos Carnavais de Diamantina. Em BH, nos encontramos sempre na primeira quinta-feira do mês no Bar do João, para não perder a tradição.

Um grupo de amigos residentes em Belo Horizonte/MG que viajavam constantemente para várias localidades

A Turma das Pererecas

A Turma das Pererecas, inicialmente chamada Bloco Ecológico, formou-se há aproximadamente 22 anos, espontaneamente pela convivência de um grupo de amigos residentes em Belo Horizonte/MG que viajavam constantemente para várias localidades, em especial para o carnaval de Curvelo/MG. Foi criada a primeira camisa no carnaval de 1991, na qual se inaugurou a marca registrada da turma, a irreverente "perereca sorridente", criada por um dos integrantes da turma. Em 1994, passamos o primeiro carnaval em Diamantina, a convite de um dos integrantes que tem familiares residentes na cidade. Foi amor à primeira vista, o clima, o charme, a emoção do carnaval desta cidade fantástica contagiou toda a turma de tal forma que não conseguimos mais pensar em um outro lugar para passar o carnaval. A principal responsável por tamanha afeição foi a Banda Bartucada, até então desconhecida por nós, que na época se apresentava no Largo da Quitanda, com seu carisma, energia e alegria, conquistou-nos para sempre. Nesta época o palco era baixo, a bateria tocava em um tablado, possibilitando o fácil convívio com os integrantes da banda, desta forma vários componentes da Bartucada e da Turma das Pererecas foram estreitando laços de amizade, que foram se fortalecendo com o passar do tempo. De lá para cá a Turma dos Pererecas cresceu, se renovou, vários amigos e parentes de integrantes foram convivendo com a turma e se tornando parte dela e como não poderia deixar de ser, vários também, se afastaram por diversos motivos, mas terão sempre o respeito e seu lugar especial guardado na turma. Nesse meio tempo, foi criado o Hino da Turma das Pererecas (descrito abaixo) criado pelo compositor e cantor Serginho BH, que no mesmo ano de sua criação já começou a ser cantado nas apresentações da Banda Bartucada.

Bartucada, a Turma das Pererecas deseja os parabéns pelos 40 anos de história muito bem construídos e agradecemos por fazer parte dela.

Hino da Turma das Pererecas

"A nossa união explode o coração e ilumina,
O amor é um diamante que achei, em Diamantina.
Vem, vem, vem, vem, vem, vem
Vamos pular, brincar, beber a vida inteira,
O carnaval dos pererecas não acaba quarta-feira.
É só amor, é só alegria,
Peré, Peré, Peré, Peré
É perereca noite e dia"


Sete horas da manhã. O corpo já dava sinais evidentes de cansaço

História dos Bomb′s

Sete horas da manhã. O corpo já dava sinais evidentes de cansaço. O rum disperso na garrafinha de plástico, dissolvido em raras gotas de um refrigerante escuro e quente, já não era mais combustível para a folia. Melhor ir para casa e saborear algumas horas de sono. De onde tirar forças para mais algum agito, durante o último dia de carnaval? Vem o alento da Bartucada, sempre ela: "Abram alas para os 'Bomberos' mais malucos desse mundo"! Olho para trás. Diamantina se abre para um cortejo rubro-ouro, acompanhado por uma bandeira imponente. Tá aí o combustível! Quarta-feira de cinzas? Que nada! Quarta-feira para ser incendiada mais uma vez. Como em todos os anos. Na verdade, desde 1999, quando um grupo, cujo núcleo é formado por grandes amigos do colégio Promove, decidiu criar a Turma do Bomb's para festejar o carnaval de Diamantina. A turma cresceu embalada pelo som contagiante da Bartucada. 20? 30? 40 integrantes abarrotados na mesma casa, com UM banheiro? Melhor é relembrar a entrevista para o MGTV, em que o saudoso Vitinho ensinava os telespectadores a colarem o Vale Bomb's no rosto da gatinha. Que tal o dia em que a turma deixou o manto tradicional para se vestir de branco, junto com o vocalista da Bartucada, em homenagem justamente ao grande Bombero 33? É emoção demais! Diamantina está no sangue, faz parte do nosso DNA. O ritmo da bateria corre nas veias. É por isso que não dá pra ficar parado ao ouvir: "Eu sou o Sol... Ela é a Lua... E quando a Bartucada chama...Nós vamos pra rua!"

Uma das galeras mais tradicionais de Diamantina

História dos Bartuqueiros da Ilha

Uma das galeras mais tradicionais de Diamantina, há 7 anos curtindo o melhor do Carnaval da terrinha mineira, o grupo de amigos bartuqueiros da ilha nasceu quando a Banda Bartucada veio pela primeira vez a Vitoria, num show em dezembro de 2005. Ali, naquele momento, os amigos Felipe Fioroti e Marcus Tuliu se apaixonaram pela banda e resolveram conhecer o tão famoso Carnaval! Por uma breve pesquisa, Marcus Tuliu disse que a irreverência era uma marca famosa das galeras de Diamantina e ali, nascia a idéia de se criar uma identidade pra galera do ES.O nome Bartuqueiros da Ilha vem de uma alusão a ilha de Vitoria. Era criada naquele momento a turma Bartuqueiros da Ilha, excurssionários de primeira viagem no Carnaval! Já no primeiro ano,em 2006, se criou o tradicional manto dos Bartuqueiros da Ilha, a camisa com um coqueiro na frente e o símbolo da Bartucada.A distribuição dos tradicionais coqueirinhos pela turma do ES, um bandeirão antológico com mais de 70 metros quadrados que emociona a galera na praça do mercado, a pintura, a farra com um super som no Titi e muitas outras coisas fizeram e fazem parte da Bartuqueiros da Ilha. Durante os anos, cada ano que se passou a turma foi crescendo mais, muitos shows do Bartucada aconteceram, a divulgação do Carnaval aumentou e hoje mais de 1000 pessoas já viajaram e se tornaram Bartuqueiros da Ilha aumentando e alimentando a cada ano a magia dessa galera inconfundível.

Vâmo pra Tramontina porque lá é que é bom no carnaval! É com essa frase que, após experiências ouro-pretanas, um grupo de amigos de Belo Horizonte buscou novos ares carnavalescos mineiros: Diamantina.

Dani-Boy, Doido, Mestre, Tchesca, Tcholah, Zequinha, Zureta. 



História da nata da Cafajestada

O primeiro ano foi 2003, não tínhamos ainda um nome de grupo, ou de guerra para conquistar as fronteiras voluptuosas desta serra, mas já no carnaval seguinte surge a idéia: "Diz a Nata da Cafajestada, não existe mulher feia, nem existe noite parada. A gente é que bebeu pouco!". Baseando-se na icônica música da banda Velhas Virgens, mentora comportamental de nossos não tão ilustres integrantes, o grupo auto-intitulado a Nata da Cafajestada vem há dez anos e algumas doenças venéreas visitar as ladeiras capistranas de Diamantina, ou como também a chamamos: Tramontina, porque tem de ser inoxidável para suportar tanta loucura nestes diversos carnavais. Trazendo e recebendo muita alegria e sacanagem, faça eu sol, ou faça ela lua!
A princípio éramos apenas oito amigos, no ano seguinte, vinte e cinco, no posterior, sessenta e nove pessoas, número icônico e deliberadamente escolhido para representar o espírito de nossos carnavais. A partir daí a nata se espalhou e o resto da história se derrete em nossas memórias, que durante todos estes anos acompanharam a Bartucada e a Batcaverna com seus tambores, personagens e todos os nossos milhares de companheiros e companheiras de viagem, de Bar do Titi, brincadeiras e insanidades nesta terra que vibra o ano inteiro, mas especialmente nestes inenarráveis dias de carnaval.

Menções honrosas: Mãozão, Esgrima, Osama, Planta, famílias Fagundes e Nunes do Serro, as Sarnas e o nosso falecido amigo Russo.

Criada em Diamantina no Carnaval de 1998

História dos Porretes

Criada em Diamantina no Carnaval de 1998, então sem denominação, a "Turma do Porrete" está presente na Terra Sagrada, acompanhando a Bartucada desde os tempos da rua da Quintada. É formada, em sua maioria por membros de Belo Horizonte e Bom Despacho. Atualmente possui em torno de 50 membros fixos e uma infinidade de amigos e agregados. Juntamente com as Cabritas e os Mendigos forma a fraterna Joint Venture carnavalesca de Diamantina.

Tudo começou em 2003, na Festa de São Domingos da cidade de Dom Joaquim...

História das Sarnas

Tudo começou em 2003, na Festa de São Domingos da cidade de Dom Joaquim, interior de Minas, com Mizzian, Carol, Rê e Pat que são amigas de infância e as famílias são de lá. Então quando a Bartucada tocou pela primeira vez na principal festa da nossa cidade, a paixão foi imediata. A banda arrasou, e tocou até quase o amanhecer. Quando voltamos para Belo Horizonte só pensávamos em descobrir novos shows da Bartucada para ir... calouradas, festas de clubes, aquecimento de Copa do Mundo e outros jogos de futebol no Amoricana, aquecimento de Carnaval... não perdíamos um show, semana após semana! O nome do nosso grupo vem exatamente dessa "sarnice" pela Bartucada, uma expressão que a gente usava pra comentar a nossa freqüência exagerada em todos os shows. E de uma brincadeira, acabamos virando as Sarnas!

Aos poucos nossa turma foi ganhando novas integrantes –amigas de faculdade de uma, colegas de trabalho de outras – que dividiam o mesmo gosto pelo Samba, Suor e Cerveja! Hoje somos uma turma de 11 amigas: Bella, Bel1, Bel2, Briza, Carol, Grace, Jô, Mizzian, Pat, Rê e Chel.

Alguns anos depois, passar o Carnaval em Diamantina se tornou uma necessidade para a turma! Conseguimos nos organizar e em 2004 fomos pela primeira vez. A casa era longe, algumas dormiram embaixo de mesa, outras no corredor... tomamos muita chuva, berola e maracutaia, nos perdemos nos becos, e este continua sendo o melhor carnaval de nossas vidas!

Bartucada tocando no mercado até meio diaaaa da quarta-feira de cinzas, debaixo de sol, com o Barracão já quase rouco, com o Ricardo Gandra se emocionando, nenhuma de nós consegue esquecer! E ano após ano continuamos a passar o Carnaval lá...
Agora já organizamos uma casa só nossa, tão desconfortável e animada como qualquer outra por lá! Fizemos amizade com outras turmas que dividem a mesma paixão pela Bartucada e a mesma loucura de esperar o ano inteiro pelo melhor Carnaval do país. E continuamos nos emocionando com cada amanhecer no Mercado, ao som da Bartucada!

Este será nosso 10º ano de paixão pela Bartucada e 8º ano de Carnaval em Diamantina (só não são 9 anos pq em 2010 nos resolvemos conhecer Salvador. e apesar de ser ótimo, morremosssss de saudade de Diamantina e lembrávamos de lá toda hora)! Não temos dúvidas de que ainda tem muito mais pela frente...